Teimo em piratear este blog, para que não se transforme em mais um “Jornal Desportivo” online!
Por isso aí vai mais um comentário (muito pessoal) à actualidade! Desta vez actualidade… politica!
Vamos lá espicaçar laranjinhas!
Antes de mais, este post não pretende qualquer partidarismo, até porque me considero uma pessoa livre, não me prendo com partidos, antes valorizo as pessoas pelas ideias e confiança que transmitem. E no meio do deserto de ideias que é o panorama politico actual, há algumas, poucas, pessoas que ainda deixam correr uma brisa de ar fresco! E na minha opinião, o objecto deste post é uma delas!
Politico de renome da nossa praça, um dos “pais e cantores” da Democracia, “reformou-se” do Parlamento Quinta-Feira, dia 23/07/2009.
Com ele partilho (que snobismo o meu) a origem, a naturalidade de uma terra linda, “Águeda, a Linda!” como já lhe chamaram, que tantos Grandes Nomes tem dado a este país. Como toda a gente, amo a terra onde cresci, com a eterna nostalgia de quem saiu e não regressou (quem sabe um dia os filhos pródigos regressem), e acompanho o trabalho e obra que os seus filhos mais proeminentes vão fazendo por este país, desde industriais e grandes engenheiros como o recentemente falecido Adolfo Roque (Revigrés), até ao Poeta Politico Manuel Alegre.
Apesar de, para mim, a política (actualmente) não ser muito mais do que luta de capoeira, para ver quem é o galo dominante (em que às vezes o galo é feminino!), algumas pessoas que se movem no círculo merecem todo o meu respeito. Uma dessas pessoas é Manuel Alegre, pela sua fidelidade aos seus ideais e convicções, e pela linearidade que demonstrou sempre ao longo dos anos, independentemente da trajectória do partido em que militava. Cada um terá a sua opinião, mas como para mim as pessoas valem o que valem, independentemente de associativismos, religiosidades e afins, a atitude de fidelidade a ele mesmo sempre mereceu a minha vénia…
Manuel Alegre de Melo Duarte nasceu a 12 de Maio de 1936 em Águeda. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde foi um activo dirigente estudantil. Apoiou a candidatura do General Humberto Delgado. Foi fundador do CITAC – Centro de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra, membro do TEUC – Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra, campeão nacional de natação e atleta internacional da Associação Académica de Coimbra. Dirigiu o jornal A Briosa, foi redactor da revista Vértice e colaborador de Via Latina.
Entra no Partido Socialista onde, ao lado de Mário Soares, promove as grandes mobilizações populares que permitem a consolidação da democracia e a aprovação da Constituição de 1976, de cujo preâmbulo é redactor.
Em 2005 candidatou-se à Presidência da República, como independente e apoiado por cidadãos, tendo obtido mais de 1 milhão de votos nas eleições presidenciais de 22 de Janeiro de 2006, ficando em segundo lugar e derrotando o candidato oficial apoiado pelo PS.
A 23 de Julho de 2009 despede-se do Parlamento como deputado do Partido Socialista:
Na hora da despedida, trinta e quatro anos depois de ter entrado pela primeira vez na Assembleia da República como deputado, Manuel Alegre ouviu elogios da esquerda à direita ao seu espírito crítico, coragem e frontalidade. "Saio da Casa da Democracia fiel à República, à liberdade, à democracia e ao socialismo. E, sobretudo, fiel a Portugal e ao povo português" reafirmou Manuel Alegre no seu último discurso na AR, aplaudido de pé.
(in www.ManuelAlegre.com)
Paralelamente à carreira de politico, será um poeta e escritor brilhante, apesar de nem toda a sua obra se enquadrar nos meus gostos pessoais.
No entanto há um livro que acho impossível não gostar: “Cão como Nós”…
A história de um “cão que não queria ser cão e era cão como nós”, que tantas vezes me remete para a “minha” cidade, pois os recantos dessa cidade também guardam as recordações e bons momentos do autor.
“Podes correr comigo pela praia fora, aqui ninguém nos vê, somos só nós e o mar, saltas a meu lado como se fosses um pedaço de areia e vento, uma estátua movente, cão de água, anda daí comigo por esta noite dentro.”
“É possível que o meu pai também ande por aí. Às vezes sinto-o dentro de mim, ele apodera-se dos meus próprios gestos, entra no meu andar, não é a primeira vez que a minha irmã me diz: Pareces o pai! Mas não sei se ela sabe que a cadeira vazia do pai não está vazia, há nela uma ausência sentada, e agora, sempre que vamos a Águeda há, a seus pés, outra ausência enroscada.”
(in “Cão como Nós”)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
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Olá a todos!!!
ResponderEliminarOs laranjinhas acusam o toque e agradecem a oportunidade que este post confere, pois de uma forma clara e objectiva dá o pontapé de saída para a temática da política e das eleições.
E pelo que se ouve pelos corredores e nas conversas no bar ou no almoço ainda há muito trabalho a fazer até às eleições pois parece que nem todos estão conscientes ou sensibilizados para a importância dos próximos actos eleitorais.
Na verdade as próximas eleições legislativas serão seguramente as mais importantes e decisivas para o futuro de Portugal que as gerações abaixo dos 40 anos já enfrentaram. Nunca antes esteve tanto em jogo.
A Piratinha diz-se livre e independente dos partidos, ainda bem!!! Pois isso é muito importante ainda mais nesta altura.
No entanto posso assegurar que apesar da filiação partidária assumida a minha liberdade, independência ou espírito crítico em nada estão ou serão afectados/restringidos por este facto.
Mas no final todos deveremos tomar uma decisão, aquela que em consciência considerarmos a melhor, ou a menos má para o futuro de Portugal, ou seja para o futuro de todos nós.
Assim este blog passará a ser também um espaço de análise e discussão política.
Saudações a todos.
Como não pertenço à geração abaixo dos 40 anos escuso de me preocupar.
ResponderEliminarCum caneco, mais um ano que não voto.
Votar eu vou, sempre que posso (os nossos politicos têm uma pontaria para marcar eleições em simultaneo com as minhas férias que até impressiona!)!
ResponderEliminarApesar de nunca ter vivido em ditadura, aprecio demasiado a minha liberdade, e julgo que não devo deixar nas mãos de outros o destino do país, e implicitamente o meu... pode correr mal, mas para o bem e para o mal, darei o meu contributo!
Voto fixo não tenho... e acho péssimo quem tem! Já vi muita gente a "morder a lingua" por ter votado no partido e não nas pessoas/equipas! Por isso md, acho óptimo que apesar da militancia te permitas a eventuais "facadinhas"!
E vamos lá a discutir assuntos importantes! Porque sinceramente, as propostas que estão na mesa não me abrem muito o apetite!...
Amiga Piratinha,
ResponderEliminarPara registo posso assegura que não votei sempre no mesmo partido e que não tenho o voto pré-condicionado.
Mas também afirmo que apesar desta total independência reconheço que comungo e defendo determinados valores e princípios de cidadania, de liberdade e mesmo morais que se sobrepõem às questões partidárias e portanto também não me permitem zerar ou a nivelar a cada eleição todos os partidos por igual.
Por agora chega de conversa fiada e assim que tiver algum tempo abrirei as hostilidades e ficarei a aguardar a participação de todos.
Beijinhos e abraços,
md
CITO TVI24
ResponderEliminar«Estado não pode intrometer-se em tudo»
Apoiar as pequenas e medias empresas. Para Manuela Ferreira Leite este é o caminho para tirar o país da crise. A líder do PSD defendeu que as PMEs estão «com graves problemas de tesouraria e de endividamento».
Excluindo a possibilidade de mexer na carga fiscal, uma vez que «todos pagamos demasiados impostos», ao mesmo tempo que «não há condições para baixar os impostos», a solução passa pela ajuda do Governo às empresas.
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Ainda não deve ter lido as propostas do PS.
Acho que deve andar baralhada esta ilustre senhora.
Caro Anónimo,
ResponderEliminarParece-me importante prestar alguns esclarecimentos relativos às propostas e políticas da ilustre senhora.
Há muito tempo que a ilustre senhora, MFL, defende o apoio e a promoção das pequenas e médias empresas, PME, que são a base de toda a economia portuguesa.
Os principais problemas hoje em dia são a falta de liquidez, dificuldades em conseguir crédito e diminuição do volume de negócios.
As medidas concretas apresentadas por MFL logo no início da crise, ou seja aproximadamente há um ano, atrás foram e continuam a ser as seguintes:
- O Estado pagar as dívidas às empresas, o que permite injectar liquidez imediata nas empresas sem que tenham que recorrer ao crédito em condições muito adversas;
- Acabar com o pagamento especial por conta que é um imposto pago à cabeça pelas empresas, que para além de ser imoral se torna particularmente difícil de cumprir nesta contexto;
- Promoção de investimento público sustentado que assegure economias de escala e centrado no tecido empresarial de pequena e média, assegurando mercado e liquidez no imediato;
- Criação de linhas de crédito para as PME, com condições que permitam de facto às empresas usufruir desta ajuda.
O actual governo tem tido uma política contrária a estas medidas pois na verdade tem defendido e promovido essencialmente os grandes investimentos com um enfoque particular nas grandes empresas. No entanto esta opção tem os seguintes problemas:
- Com as dificuldades em chegar ao crédito a aposta nas grandes obras públicas limitará ou mesmo impedirá investimentos, por falta de crédito, nas restantes áreas da economia;
- As grandes obras públicas só poderão começar no mínimo dentro de um dois anos pelo que não resolve o problema imediato das empresas;
- Alguns dos grandes investimentos não são economicamente viáveis, como o tgv para Madrid, as novas auto-estradas, o novo aeroporto de Lisboa(pelo menos numa única fase). Estas obras irão agravar o endividamento do país e em nada contribuem para o crescimento ou desenvolvimento económico com a excepção pontual e residual no período de construção;
Espero que este contributo tenha ajudado na compreensão desta temática.
Beijinhos e abraços,
MD
p.s. – Por fim algumas provocações fraternas e inócuas ao amigo Anónimo:
- todos conhecem o programa do ps pois é o mesmo de há 4 anos, muda apenas o local do aeroporto da Ota para Alcochete;
- não sabia que os socialistas estavam autorizados a ver a tvi…
Caros Colegas,
ResponderEliminarVejo com agrado a discussão politica...Nas leituras que fiz, reparei que uma das medidas defendidas por vários partidos (PSD e CDS) é a cabar com o Pagamento Especial por conta (PEC). Concordo com as medidas de apoio às PME a 100%. Contudo, não me parece que o PEC seja a causa de axfixiamento das PME. Não vou defender o PEC, mas permitam-me uma opinião técnica.
O PEC foi criado com o propósito:
1) Arrecadar receita (óbvio);
2) Impedir(diminuir) a criação/existência de empresas fantásmas;
3) Impedir(diminuir) a criação/existência de empresas para darem prejuízos crónicos, sobretudo nas relações de grupo (empresa-mãe dá lucros mas as filiais dão prejuízo, logo as contas consolidadas...)
O PEC cálcula-se da seguinte forma;
1% do V.Negócios do ano anterior,com limite mínimo de 1.000 euros e se superior a este limite, será aquele valor acrescido de 20% da parte excedente com limite máximo de 70.000 euros.
Ao montante cálculado é deduzido dos pagamentos por conta efectuados no ano anterior.
Não existe pec no ano de inicio de actividade e seguinte.
Imagine-se os cenários:
A) V.N = 12.000 PEC = 0,01 X 12.000 = 120,00 como inferior a 1.000 o PEC seria 1.000. Contudo no ano anterior teve lucros e imagine-se que pagou por conta 2.100,00 o que corresponde a um IRC de 3.000. Então o PEC é ZERO (120-2100 <0).
B)V.N = 0
Portanto o IRC foi Zero e assim não houveram pag.Conta. Logo o PEC será de 1.000 euros, será pago em 2 prestações de 500 euros.
Conclusão: Imposto imoral verdade porque considera que todas as empresa que apresentam resultados negativos ou vendas a zero( como é possivel manterem empresas assim?)são iguais. Contudo obriga a quem tem empresas fantasma ou prejuízos prepositados pague alguma coisa. Repare-se que uma empresa pequena que tenha lucros dificilmente paga PEC.
Penso que todas as outras mediadas apontadas pelo excelentíssimo colega MD estão correctas e bem vistas, contudo falta uma,(pelo menos de forma expressa) e que ainda não vi ninguém defender com o mesmo fulgor que defende o fim do PEC.
ALTERAÇÃO DO MÉTODO DE APURAMENTO DO IVA. EM VEZ DE SER A PARTIR DE FACTURAS QUE SEJA A PARTIR DO RECIBO.
Imagine-se o cenário:
A)
Enpresa factura 12.000 portanto iva a pagar será 2.400.
Contudo cliente não pagou dentro do prazo de entrega de iva, ou o prazo de pagamento é superior ao do IVA e facilintanto o raciocinio, esta empresa só teve este cliente. Então na tesouraria tem Zero. MAs vai ter de pagar 2.400, se não o fizer, tem de pagar o valor com coima, juros de mora e compensatórios, e se continuar a não faze-lo há processo de execução. É crime!!!!
Solução vai à banca pedir e fica endividado! AQUI SIM HÁ SEMPRE UMA GRAVE RUPTURA DE TESOURARIA. REPARE-SE, NESTAS CONDIÇÕES A EMPRESA NÃO PAGAVA O PEC!!!!!
Continuem a discutir estes assuntos é importante. O futuro do país depende mais do que fazer grandes obras (pontes, estradas etc.., depende do nº de filhos que esta geração fizer, defendi essa tese na escola secundária de Oliveira do douro em 1994 (Eu tinha 16 anos), mas só agora se começa a falar das politicas de natalidade, neste país! Qulaquer coisa que se faça, se a geração não se renovar, lá se vai a economia e o pais também.
Um abraço,
Voltei
Andreij Zigmantovich.
Acho muito bem, mas que eu saiba a taxa da natalidade por esse lados ainda não subiu!!!!
ResponderEliminarRaios partam estes anónimos!! Sempre com coisinhas e piadinhas e raramente acrescentam alguma coisa à discussão. O tema lançado para discussão é sério, e penso que o meu contributo também... Se não houver a renovação de gerações, não adiantam as ideologias, as pessoas certas nos cargos certos, ou as politicas de expansão económica... as teorias económicas de Thomas Malthus, no século 18/19, relacionaram directamente a economia com questões demográficas... E isso é mais actual que nunca, no caso português e europeu.
ResponderEliminarNão sabia que sempre que alguém tiver filhos tenha que te avisar, mas como devo fazer se és anónimo? Palhaço(a)?
Andreij zigmantovich
lol!
ResponderEliminarEu sei que o assunto é sério, as discussões têm sido interessantes... mas agora estamos a virar para a demografia, já passámos para comentários à vida pessoal dos intervenientes... bem, isto daqui a pouco estamos a falar claramente de sexo! E não é que eu me importe... pessoalmente acho que é um óptimo assunto, mas este blog vai começar a parecer a Prova Oral do Alvim na Antena 3... qualquer assunto termina em sexo... No entanto é sempre um desafio saber como é que lá vai parar!
Mas pronto, este post é para discutir politica e as proximas e importantissimas eleições, bem como o estado de (des)graça deste nosso país...
quando começar a ficar de novo com pinta de jornal desportivo, quem sabe surje algum post interessante sobre sexo! Aí podemos dar largas às técnicas de melhorar a demografia nacional...
Ai, que isto está mau... deve ser o cansaço e a falta de férias! :P
E já agora... mais ninguém se lembrou de prestar a devida homenagem ao ilustre senhor que serviu de mote para a criação do post... tá mal!
ResponderEliminarPaciência...
É tudo muito bonito...
ResponderEliminarAté agora a maior parte dos partidos falam, falam de ideias e programas, a conta gotas, mas ainda nenhum elaborou um programa eleitoral coerente, estruturado e organizado, para apresentar aos eleitores, e já estamos a muito pouco tempo.
Apenas um partido já o fez, se quiserem é só fazer “download”, ou então comprar o livro!
http://www.bloco.org/media/programabe.pdf
Já cá faltava a corrente dos bloquistas & trotskistas...
ResponderEliminarEnfim, sejam também bem vindos...
Caro amigo Andreij zigmantovich,
ResponderEliminarTambém eu andei na secundária de Oliveira do Douro, a ESOD, que saudades...
Saí em 1995 e apesar de muitas figuras estranhas e peculiares não me recordo de emigrantes de leste...
Em todo o caso folgo muito e uma vez mais,pelo post acima, que a ESOD continua a formar e a preparar os alunos para além da parte académica para a vida.
Caro amigo MD,
ResponderEliminarEu estive na ESOD para o 10º, 11 e 12º ano! Saí em 1996.
E andei em baiza para o 5 e 6 ano!
Os emigrantes de leste são figuras peculiares e estranhas? Não digas isso, olha que estás em época de eleições... tens de ser politicamente correcto. Até me admira os bloquistas ainda não terem caído em cima de ti por causa dessa frase...
É natural que não te lembres de mim, eu primava pelo sossego e descrição, tinha medo da discriminação.. :)eh, eh
Andreij Zigmantovich
Caro anónimo,
ResponderEliminarNão tive tempo de ler todo o programa do Bloco, mas tu meu grande anónimo, podias ser amigo e além de divulgares o programa, podias ter enumerado ou fazer alguns comentários acerca dos pontos mais estratégicos. Ao que me parece quiseste-te armar em esperto e irreverente, pois é chique e moderno dizer-se que é do Bloco, pois nem sequer lês-te o programa e quase que adivinho que nem sequer sabes do que falam.
Eu concentrei-me em alguns pontos, combate à precaridade do emprego, politicas sociais que respondam à crise, nacionalização da energia e subjugação da Banca ao sistema público.
quase todas as medidas são de difícil aplicação algumas mesmo roçam o romantismo utópico, identico ao que impestou os movimentos sociais da época da Revolução Industrial.
Não posso conceber que coloquem num programa, que desejam colocar o salário mínimo nacional nos 600 euros, sem dizer em que moldes e prazos o pensam fazer.Um ponto tão sensível como este tinha de merecer mais que uma linha, as questões dos Gays, lésbicas e transgeneros tiveram um capitulo dedicado a eles. Só alguém que sabe que não vai ser governo é que se dá ao luxo de colocar um valor para o salário Mínimo sem mais prosa.
Querem criar um imposto sobre as grandes fortunas. O que vai ser uma grande fortuna? Que tipos de rendimentos considerar? Que critérios? Não estão à espera de criar um imposto sobre essa gente e esperar ue eles matenha seu parimónio cà pois não? Vai haver fuga de capitais...
Não querem baixar mais IRC e ainda querem tributar o uso de telemóveis e carros da empresa. Ups... parece que não les-te esta parte... Não vi politicas de apoio às PME!
Subordinação da Banca ao serviço público... aceito comentários...
Bom é tudo... por agora! Espero que as minhas dúvidas levantadas acima sejam em breve esclarecidas, para avaliar se vou ou não votar no BE... sabes imposto sobre as grandes fortunas... começo a ficar preocupado :)
Andreij Zigmantovich